Os mercados financeiros iniciaram esta terça-feira acompanhando uma combinação de fatores econômicos e geopolíticos.
No Brasil, a divulgação da ata do Copom foi um dos principais eventos do dia. O documento detalhou a decisão que reduziu a Selic para 13,75% ao ano e reforçou a cautela do Banco Central diante das incertezas.
No exterior, investidores monitoram os preços do petróleo e os desdobramentos envolvendo o Oriente Médio. A possibilidade de melhora no abastecimento contribuiu para a queda da commodity em parte das negociações.
A Assembleia Geral da ONU também está no centro das atenções dos mercados, principalmente pelas possíveis repercussões sobre relações comerciais, energia e geopolítica.
As bolsas internacionais apresentam movimentos diferentes entre regiões e setores. Empresas ligadas à inteligência artificial continuam recebendo atenção dos investidores, enquanto companhias de energia são afetadas pela volatilidade do petróleo.
No Brasil, o comportamento dos juros futuros também é acompanhado de perto. As expectativas para a política monetária influenciam diretamente títulos públicos, crédito e decisões de investimento.
O ambiente permanece sensível a novos dados de inflação, atividade econômica e às decisões dos principais bancos centrais.